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Vídeo terrorista dificulta atendimento no Pronto-Socorro da 14 de março

A Prefeitura de Belém estuda meios legais para processar o autor do vídeo calunioso. A população pode contar com a seriedade, o cuidado e a segurança da prestação de serviços de saúde nas unidades municipais.

Um vídeo mentiroso, que começou a circular nesta segunda-feira, 7, nas redes sociais tumultuou o atendimento no Hospital do Pronto-Socorro “Mário Pinotti”, o HPSM da 14, no Umarizal. 

O vídeo, de cunho francamente terrorista, de um perfil que já foi identificado, diz que as pessoas que participam de atos antidemocráticos em Belém (tentando interditar a avenida Almirante Barroso) teriam sido envenenadas no HPSM.

A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), vem a público, indignada, negar esse absurdo. É uma notícia falsa sem nenhum fundamento, com a óbvia intenção de tumultuar o clima político na cidade. E, de forma direta, dificultar o atendimento do pronto-socorro, em busca de fazer com que as pessoas se sintam receosas e com medo de procurar o “Mário Pinotti”.

Quem espalha notícias falsas é criminoso. Quem prejudica a população dessa forma deve ser punido.

Calúnia, injúria, difamação

A Sesma ressalta que, no Brasil, o Código Penal prevê três configurações de crimes ligados a boatos e mentiras (os chamados crimes de honra). São eles calúnia, difamação e injúria, todos cabíveis de detenção e multa. 

O jurídico da Secretaria já foi acionado e estuda os meios legais para processar o autor do vídeo calunioso.

E a população pode contar com a seriedade, o cuidado e a segurança da prestação de serviços de saúde nas unidades municipais.

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Ag. Belém