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Saúde

Belém segue com 14 casos confirmados de varíola dos macacos

Todos os casos estão sendo acompanhados pela equipe epidemiológica da Sesma e seguem em isolamento domiciliar, sem sintomas graves, com o curso normal de cura para a doença.

De acordo com o boletim epidemiológico mais recente divulgado pelo Secretaria de Saúde (Sesma) da prefeitura de Belém, a capital paraense segue com 14 casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox), 17 foram descartados e três em investigação. Nenhum óbito em virtude da doença foi registrado.

Foram confirmados três casos da doença no bairro da Marambaia, dois na Pedreira e dois no Marco. Individualmente, o distrito de Mosqueiro e os bairros do Tapanã, Fátima, Terra Firme, Cabanagem, Pratinha e Coqueiro registraram um caso da doença.

Alerta - Qualquer pessoa que tiver febre, erupções na pele, dor de cabeça intensa e inchaço nos linfonodos (pescoço, axila ou virilha) deve procurar assistência em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto-Atendimento (UPA).

Os casos sugestivos passam, então, para investigação. Para atender esta etapa, a Sesma designou três unidades como referência: as UBS Icoaraci e Satélite e o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) Rayssa Gorbachoff, que fica na travessa Rui Barbosa, 1.059, no bairro do Reduto. Nesses espaços é coletada amostras de material para exames e os pacientes recebem orientações para o tratamento da doença.

A Sesma dispõe também de equipes que fazem o acompanhamento domiciliar dos casos confirmados e suspeitos. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) faz o monitoramento diário da situação epidemiológica em Belém, num trabalho conjunto da Sala de Situação montada com os Cievs de Ananindeua e do governo do Estado e o Instituto Evandro Chagas.

Prevenção - A Sesma reforça, ainda, que a prevenção é a principal arma contra a infecção. A doença pode ser transmitida enquanto houver sintomas (normalmente entre duas e quatro semanas) pelo contato físico. A erupção cutânea, os fluidos corporais (como pus ou sangue de lesões cutâneas) e as crostas são particularmente infecciosos.

Roupas, roupas de cama, toalhas ou objetos como utensílios e pratos contaminados com o vírus por contato com uma pessoa infectada também podem infectar outras pessoas.